domingo, 26 de setembro de 2010

Condições dos Trabalhadores

Em todo o contexto de Revolução industrial exigia-se grande concentração de trabalhadores nas fábricas. O seu aspecto importante foi a separação entre os trabalhadores e os meios de produção. Com isso esses operários passaram a ter uma vida assalariada submetida aos capitalistas, donos dos meios de fabricação.

A conseqüência da revolução foi o crescimento das cidades, visto que os camponeses passaram a vir em grande quantidade para as cidades. As fabricas não tinham janelas contribuindo para o aumento da propagação das doenças. Por isso a vida dos funcionários estava sempre em perigo. Durante o início da Revolução Industrial, os operários viviam em condições precárias. Muitos dos trabalhadores tinham um cortiço como moradia e ficavam submetidos a jornadas de trabalho que chegavam até 80 horas por semana. Suas residências imaginem eram um aglomerado de pessoas que viviam em pequenos cômodos, com apenas um banheiro, e um poço artesiano de água e outro de esgoto. Os patrões com o passar dos anos resolveram criar as vilas dos trabalhadores, que eram criadas para facilitar o transporte entre eles para o trabalho. As famílias tinham que pagar muito caro por um alojamento miserável, todos dormiam em esteiras úmidas, com isso sofriam com a tuberculose (a cada 3 crianças 1 morria ainda na primeira infância), nesse período a expectativa de vida não passava dos 30 anos de idade.

Gorki, M. em seu livro Mãe. Rio de Janeiro: Americana, 1975. P9) escreve “Todos os dias, o apito pungente da fabrica cortava o ar enfumaçado e pegajoso que envolve o bairro operário e, obedientes ao chamado, seres sombrios, de músculos ainda cansados, deixavam seus casebres, acanhados e escuros, feito baratas assustadas...Com o pôr do sol, a fábrica vomitava os seres de suas entranhas de pedra, e eles voltavam a espalhar-se pelas ruas com o rosto enegrecido pela fuligem, sujos, fedendo a óleo... famintos”.

O salário era miserável (em torno de 2.5 vezes o nível de subsistência) e tanto mulheres como crianças também trabalhavam, recebendo um salário ainda menor. Como sua produtividade aumentava os salários dos trabalhadores aumentava também, em mais de 300% entre 1800 até 1870. Devido ao progresso ocorrido nos primeiros 90 anos de industrialização, em 1860 a jornada de trabalho na Inglaterra já se reduzia para cerca de 50 horas semanais sendo 10 horas diárias durante cinco dias de trabalho por semana.

Aumento das horas de trabalho, baixos salários e desemprego caracterizavam frequentemente em greves e revoltas. Esses conflitos entre os dois lados (operários e patrões) geraram problemas de caráter social e político. Os trabalhadores organizaram-se, então, em sindicatos para melhor defenderem os seus interesses: melhores condições de assistência e segurança social, salários dignos, redução da jornada de trabalho, etc. Diante desse quadro surgiram os sindicatos.

A Revolução Industrial é um marco da modernidade e da vida atual. Porém é o processo que veio trazer o fim do planeta se nós seres humanos não começarmos a nos conscientizar e interromper esse Consumismo devorador que nos corrompe dia a dia.
 
Postado por: Luís Gustavo F.Resende

6 comentários:

  1. mtu legal esta historia!!eu aprendi mtu com esse texto....mintira é uma bostaa.

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    1. Querida esse texto ficou mtt legal se vc não entendeu nada é pq vc é que é uma bosta...!

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  2. Parabéns pelo texto esta bem resumido, principalmente quando relata como viviam a classe operaria

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  3. gostei bem esplicado vou tirar uma nota maxima com o meu trabalho

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    1. Este comentário foi removido pelo autor.

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